quinta-feira, 5 de outubro de 2017

Igreja de São Brás - Gondomar - Baguim do Monte (Rio Tinto)



A Igreja de São Brás (século XVII) situa-se na freguesia portuguesa de Baguim do Monte, cidade de Rio Tinto, do concelho de Gondomar, no largo com o mesmo nome, em pleno centro da freguesia.


Possui um única torre sineira do lado esquerdo e sobre o portal da entrada contém a seguinte inscrição:



"CAPELLA DE S. BRAZ NO LOGAR DO OUTEIRO EXISTE DESDE TEMPOS EMMEMORAVEIS REEDIFICADA PELOS MEZARIOS E BEMFEITORES EM 1885".


domingo, 17 de setembro de 2017

Capela de Nossa Senhora da Lapa - Chaves




A Capela de Nossa Senhora da Lapa, situada em local próximo ao do Forte de São Francisco, na colina fronteira à zona medieval da cidade.

Diz-se ter sido mandada erigir por um abade, na segunda metade do século XVIII, o que se comprova pelo brasão.

De estilo barroco possui uma fachada principal em frontão contracurvado, com portal e aberturas envolvidos por decoração vegetalista de talhe geométrico. Exterior muito trabalhado.


quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

Prelúdio de Natal



     Tudo principiava
     pela cúmplice neblina
     que vinha perfumada
     de lenha e tangerinas

               Só depois se rasgava
               a primeira cortina
               E dispersa e dourada
               no palco das vitrinas

     a festa começava
     entre odor a resina
     e gosto a noz-moscada
     e vozes femininas

               A cidade ficava
               sob a luz vespertina
               pelas montras cercada
               de paisagens alpinas.
 
                                                                                             
                                                                                                 David Mourão-Ferreira,   
                                                                                                  in 'Antologia Poética' 


quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Papagaio




Amazona é um género de papagaios da ordem Psittaciformes, característico da América, existindo desde o sul do México até o Caribe e a América do Sul. São conhecidos, popularmente, como papagaios, louros, ajerus, ajurus, jerus e jurus. O grupo habita florestas equatoriais e tropicais e conta com 31 espécies, doze das quais ocorrendo no Brasil. Das espécies brasileiras, seis encontram-se ameaçadas ou vulneráveis a extinção.





Fonte: Jornal “Correio da Manhã”
             Revista “Domingo”

terça-feira, 22 de novembro de 2016

Formiga-bulldog




É uma formiga nativa da Austrália, mas é frequentemente encontrada na Tasmânia. Esse é mais um género de formiga Myrmecia, é menos agressiva que sua parente Formiga Macaco Saltadora (Myrmecia pilosula), porém, é a mais venenosa do género. Estas formigas são marrom-arroxeadas, com um abdómen negro. Possuem mandíbulas poderosas e serrilhadas e um ferrão venenoso. Tal como acontece com muitas espécies de formigas bulldog (o nome vem por ser agressivo igual a um pitbull), essas são geralmente solitárias quando caçam e vivem em colónias como a maioria das formigas.





Fonte: Jornal “Correio da Manhã”
             Revista “Domingo”

segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Baleia-da-gronelândia





A baleia-da-groenlândia ou baleia-da-gronelândia (Balaena mysticetus) é um mamífero cetáceo da família dos balenídeos, género Balaena. Algumas fontes consideram que esta espécie pertence ao género Eubalena, atribuindo-lhe o nome científico Eubalaena mysticetus. Essa espécie foi considerada de período de vida mais longo entre os mamíferos, podendo chegar até os 210 anos, perdendo o posto para o tubarão-da-groenlândia, que os cientistas estimaram viver cerca de 272 anos.





Fonte: Jornal “Correio da Manhã”
             Revista “Domingo”

domingo, 20 de novembro de 2016

Colibri-rubi




Colibri é um género de beija-flores que ocorre na América Central e do Sul. O grupo inclui quatro espécies, três das quais existentes no Brasil. Habitam zonas de floresta montanhosa. Os colibri são os únicos pássaros que podem voar para trás e para a frente. A sua plumagem é à base de verde brilhante menos o beija-flor-marrom. Todas as espécies do grupo têm uma mancha de cor violeta atrás dos olhos, de penas tufadas. A cauda é larga e arredondada e o bico é retilíneo. As fêmeas distinguem-se pelas manchas violeta de menores dimensões.





Fonte: Jornal “Correio da Manhã”
             Revista “Domingo”