domingo, 12 de julho de 2015

Padrão do Salado - Guimarães






Monumento histórico que é único no país, pela sua forma e pela sua arquitectura, encontra-se classificado como Monumento Nacional desde 1910.

O Padrão do Salado foi levantado no ano 1342 pelo nosso Rei D. Afonso IV, segunda a tradição, para comemorar a participação portuguesa na Batalha do Salado travada em 1340.

O cruzeiro executado em 1342, foi oferecido por Pero Esteves, negociante vimaranense residente em Lisboa.



É um Alpendre gótico cheio de beleza, com uma abóbada de pedra, apoiada em quatro arcos em ogiva que por sua vez repousam em quatro colunas ou pedestais, lavrados e emoldurados ao gosto romanizante.


quinta-feira, 9 de julho de 2015

As Rendilheiras de Vila do Conde


Monumento às Rendilheiras de Bilros Vila-Condenses, da autoria do Escultor Ilídio Fontes, mandada executar em 1993.

As Rendas de Bilros são uma forma de trabalho manual, constituído por um cruzamento sucessivo de fios, de modo a produzir um desenho. Em Portugal, a influência das rendas flamengas fez-se sentir em virtude das relações comerciais existentes entre o nosso país e ainda como consequência da pragmática de D. João V que só permitia o uso destas rendas.

Hoje em dia, esta teoria começa a ser posta em causa, defendendo muitos dos estudiosos sobre este assunto, que as rendas podem ser oriundas do oriente (India ou China), tendo entrado em Portugal via Itália.



As rendas de Bilros de Vila do Conde mantêm-se como uma importante referência cultural e identitária desta cidade, não apenas pelo valor histórico que lhe é reconhecido como por ser hoje revista e reinterpretada por diversos designers que encontram neste património uma importante fonte de inspiração. 

domingo, 27 de outubro de 2013

Lóris





O lóris descende de vários macacos primitivos. Só é encontrado na Índia tropical e em África, e particularmente em ilhas como o Bornéu, Madagáscar e Sri Lanka. Os lóris movimentam-se lentamente, sendo arborícolas e nocturnos. Têm olhos de grande tamanho, bem maiores do que os de primatas do mesmo tamanho, que são activos de dia, e não possuem cauda. São animais trepadores, que não saltam, agarrando-se firmemente aos ramos por onde se deslocam, por vezes, em posição invertida. De noite, as crias ficam num galho de árvore, escondidas entre as folhas, enquanto a mãe sai à caça de insectos e outros animais pequenos. O lóris caça mais com o olfacto do que com a visão. O lóris-delgado, Loris tardigradus, do sul da Índia e Sri Lanka, tem cerca de 10 a 20 centímetros de comprimento. O lóris-lento, Nycticebus coucang, do sudeste da Ásia, tem cerca de 30 centímetros.




Fonte: Jornal “Correio da Manhã”
             Revista “Domingo”

domingo, 20 de outubro de 2013

Andorinhão



Os andorinhões são aves de pequeno porte, com comprimento situado entre 9 a 25 cm. A sua plumagem é geralmente preta ou castanha, sem dimorfismo sexual evidente, mas algumas espécies apresentam barriga mais clara e manchas coloridas na zona da garganta. As asas afiadas em forma de bumerangue são extremamente longas, em comparação ao resto do corpo. As penas primárias, longas e estreitas, junto com as penas secundárias muito curtas, permitem aos andorinhões um voo rápido e a possibilidade de planar. O bico é muito curto e um pouco recurvado. 




Fonte: Jornal “Correio da Manhã”
             Revista “Domingo”

domingo, 13 de outubro de 2013

Cão






Provérbio Português

"Abana a cauda o cão, não por ti, mas pelo pão."



Fonte: Jornal “Correio da Manhã”
             Revista “Domingo”

domingo, 6 de outubro de 2013

Macaco







O Campbell, uma espécie de macaco das florestas da Costa do Marfim, emite seis gritos diferentes, os quais consegue combinar para lançar mensagens - o que representa a forma de comunicação animal mais elaborada conhecida até agora. A revelação foi feita por meio da publicação de um estudo do Centro Nacional de Investigação Científica da França (CNRS).



Fonte: Jornal “Correio da Manhã”
             Revista “Domingo”

domingo, 29 de setembro de 2013

Coala II




Os coalas vivem em cima dos eucaliptos onde podem se alimentar fartamente. Um coala come meia quilo de folhas de eucalipto por dia, o que é muito para um animal tão pequeno e que descansa 14 horas por dia. As folhas de eucalipto são essenciais na dieta do coala, sendo que sua falta os leva a morte. O período de reprodução dura cerca de 4 meses e, nessa época, o macho capacitado explora seu território em busca de fêmeas no cio. Quando encontra, o coala agrada a fêmea e ela o repele, a princípio, com violência. Após a conquista da fêmea, ocorre o acasalamento, que dura poucos segundos e ocorre em posição vertical, nos galhos de eucalipito. Só há uma reprodução ao ano e a gestaçao dura 35 dias.




Fonte: Jornal “Correio da Manhã”
             Revista “Domingo”