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segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Baleia-da-gronelândia





A baleia-da-groenlândia ou baleia-da-gronelândia (Balaena mysticetus) é um mamífero cetáceo da família dos balenídeos, género Balaena. Algumas fontes consideram que esta espécie pertence ao género Eubalena, atribuindo-lhe o nome científico Eubalaena mysticetus. Essa espécie foi considerada de período de vida mais longo entre os mamíferos, podendo chegar até os 210 anos, perdendo o posto para o tubarão-da-groenlândia, que os cientistas estimaram viver cerca de 272 anos.





Fonte: Jornal “Correio da Manhã”
             Revista “Domingo”

sexta-feira, 18 de novembro de 2016

Panda II





Os pandas vivem nas florestas da regiões montanhosas do sudeste da China (esta região é seu habitat natural). Vivem em cavernas e no oco de árvores. Apesar de serem carnívoros, alimentam-se principalmente de folhas e brotos de bambu. Comem também alguns insetos e ovos como fontes de proteínas. Possuem um comportamento dócil, tranquilo e tímido. São raros os casos em que um urso panda atacou um ser humano.







Fonte: Jornal “Correio da Manhã”
             Revista “Domingo”


quinta-feira, 17 de novembro de 2016

Rato-canguru II





O rato-canguru é um dos poucos animais no mundo que não precisam tomar água. O roedor habita regiões desérticas dos Estados Unidos, principalmente no Arizona. Além de não tomar água, ele ingere exclusivamente sementes secas. O que muitos perguntam é como ele consegue manter-se vivo. A resposta é simples. Apesar de não beber água como nós, ele consegue quantidades mínimas de água em seu alimento.





Fonte: Jornal “Correio da Manhã”
             Revista “Domingo”

segunda-feira, 14 de novembro de 2016

Camelo




O camelo (Camelus bactrianus) é um mamífero herbívoro que vive principalmente em desertos devido sua capacidade de resistência. Os camelos foram domesticados a cerca de 4500 anos, sendo usado principalmente para carregar cargas e fornecer leite. Esses animais se alimentam principalmente de plantas rasteiras e folhas de árvores e arbustos, sendo que podem se adaptar bem a vários climas e a diversos tipos de vegetação.







Fonte: Jornal “Correio da Manhã”
             Revista “Domingo”

domingo, 13 de novembro de 2016

Cão Shar Pei




O Shar Pei é um cachorro de tamanho médio e tem uma pele enrugada. Ele tem uma aparência quadrada com uma cabeça larga e plana. O focinho da raça Shar Pei é largo, amplo e acolchoado, com um stop moderado. Esta raça de cachorro tal qual o Chow Chow, tem uma língua escura meio azulada. A mordedura da raça Shar Pei é em tesoura. Os olhos são pequenos e amendoados de cor escura, podendo ser mais clara em cães com uma pelagem mais clara. As orelhas tem uma inserção alta, são triangulares e pequenas, ligeiramente arredondadas nas pontas. A cauda da raça é grossa na base, afinando em direção a ponta. A raça Shar Pei pode apresentar o quinto dedo e ele pode ser removido ou não.






Fonte: Jornal “Correio da Manhã”
             Revista “Domingo”

sexta-feira, 11 de novembro de 2016

Ovelha





A ovelha (Ovis aries) é um mamífero ruminante bovídeo da sub-família Caprinae. Um carneiro é o macho da ovelha e os juvenis são cordeiros, anhos ou borregos. É um animal de enorme importância econômica como fonte de carne, laticínios, lã e couro. Criado em cativeiro em todos os continentes, a ovelha foi domesticada na Idade do Bronze a partir do Urial (Ovis orientalis), que vive atualmente nas montanhas da Turquia e Iraque, ou de outras espécies da ovinos da região.







Fonte: Jornal “Correio da Manhã”
             Revista “Domingo”

quarta-feira, 9 de novembro de 2016

Lémur




Lêmure (português brasileiro) ou lémure (português europeu) refere-se a qualquer espécie da infra-ordem Lemuriformes, todas elas arborícolas, endémicas da ilha de Madagascar. Assemelham-se aos símios, no aspecto e nos hábitos, mas são dotados de focinho que lembra o da raposa, grandes olhos, pelo lanoso, muito macio, e cauda geralmente longa e peluda. A palavra lémure deriva do latim "lemures", que significa "espírito (s) da noite" ou "fantasma (s)" e deve-se provavelmente ao facto de estas criaturas serem brancas e noctívagas, perambulando pela noite e fazendo os seus chamamentos.







Fonte: Jornal “Correio da Manhã”
             Revista “Domingo”

terça-feira, 8 de novembro de 2016

Bonobos




O bonobo (nome científico: Pan paniscus), também chamado chimpanzé-pigmeu e, menos frequentemente, chimpanzé-anão ou grácil, é uma das duas espécies compreendidas pelo gênero Pan. A outra espécie do gênero é Pan troglodytes, o chimpanzé-comum. Ambas as espécies são chimpanzés, embora esse termo seja usado principalmente para a maior das duas espécies, o P. troglodytes. O bonobo distingue-se pelas pernas relativamente longas, lábios cor-de-rosa e o rosto moreno. O bonobo é encontrado numa área de cerca de 500 000 km² da Bacia do Congo, na República Democrática do Congo, na África central. A espécie é omnívora e habita as florestas primárias e secundárias, incluindo as áreas pantanosas.




Fonte: Jornal “Correio da Manhã”
             Revista “Domingo”

domingo, 6 de novembro de 2016

Leopardo




O leopardo (Panthera pardus) é um grande felino africano. O leopardo é, com o tigre, o leão e a onça-pintada, um dos quatro grandes felinos do gênero Panthera. A espécie possui cerca de 14 subespécies regionais, distribuídas pela África e Ásia. É também conhecido informalmente pela denominação de "onça" em Angola.







Fonte: Jornal “Correio da Manhã”
             Revista “Domingo”

sexta-feira, 4 de novembro de 2016

Gnu




O gnu é um animal gregário e costuma ser encontrado em bandos de 20 a 50 indivíduos, geralmente liderados por um velho macho. Existem 2 subespécies ou raças geográficas: o gnu de barba branca que vive no Quênia e Tanzânia; e o gnu de barba preta, que vive no sul da África. São animais migratórios e na época das secas juntam-se em bandos que ultrapassam os 2000 indivíduos.






Fonte: Jornal “Correio da Manhã”
             Revista “Domingo”


quarta-feira, 2 de novembro de 2016

Chimpanzé




O termo chimpanzé aplica-se aos primatas do gênero Pan, da família Hominidae, subfamília Homininae, com duas espécies conhecidas: os chimpanzés-comuns (Pan troglodytes) e bonobos (Pan paniscus). Estudos apontam os chimpanzés como parentes próximos dos seres humanos na evolução; eles se separaram do tronco do ancestral comum por volta de 4 a 7 milhões de anos atrás, e ambas as espécies compartilham 98-99% de DNA. Como o homem, o chimpanzé consegue reconhecer a própria imagem no espelho, (capacidade que poucos animais apresentam). Também são capazes de aprender certos tipos de linguagens, como a dos sinais.






Fonte: Jornal “Correio da Manhã”
             Revista “Domingo”


terça-feira, 1 de novembro de 2016

Macaco-da-noite II




O macaco-da-noite (Aotus sp.), também conhecido como caraí, cara-raiada, ciá, duruculi, eiã, macaco-adufeiro e miriquiná, é um primata noturno e florestal. O grupo constitui a família Aotidae e é encontrado do Panamá ao Nordeste da Argentina. Os macacos-da-noite medem cerca de trinta centímetros de comprimento, têm cauda longa, partes superiores cinzentas, cara branca com três faixas negras na parte superior e olhos grandes.






Fonte: Jornal “Correio da Manhã”
             Revista “Domingo”


segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Cão III




O cão (Canis lupus familiaris), no Brasil também chamado de cachorro, é um mamífero canídeo, subespécie do lobo, e talvez o mais antigo animal domesticado pelo ser humano. Teorias postulam que surgiu do lobo cinzento no continente asiático há mais de 100 000 anos. Ao longo dos séculos, através da domesticação, o ser humano realizou uma seleção artificial dos cães por suas aptidões, características físicas ou tipos de comportamentos. O resultado foi uma grande diversidade de raças caninas, as quais variam em pelagem e tamanho dentro de suas próprias raças, atualmente classificadas em diferentes grupos ou categorias. As designações vira-lata (no Brasil) ou rafeiro (em Portugal) são dadas aos cães sem raça definida ou mestiços descendentes.





Fonte: Jornal “Correio da Manhã”
             Revista “Domingo”

domingo, 30 de outubro de 2016

Tigre






O tigre (Panthera tigris) é um mamífero carnívoro da família dos felídeos, que habita o continente asiático. Dentre suas subespécies há o maior entre todos os felinos selvagens do mundo. São animais extremamente territoriais e solitários. Classificado como um Superpredador, o tigre é o terceiro maior carnívoro terrestre, atrás apenas do Urso-polar e do Urso-de-Kodiak.




Fonte: Jornal “Correio da Manhã”
             Revista “Domingo”

sábado, 29 de outubro de 2016

Baleia-de-bossa




O nome científico desta espécie refere-se ao desproporcionado tamanho das barbatanas peitorais destes animais. "Megaptera" significa "grande asa" ou "grande barbatana". Será esta a característica mais distintiva desta espécie, pois as suas barbatanas peitorais podem equivaler a um terço do tamanho total do animal, que em média é de 14m, e são bastante claras, contrastando com a coloração mais escura do dorso. Outra característica desta espécie é a "bossa" que possui na parte anterior da barbatana dorsal, que em conjunto com as barbatanas peitorais tornam esta baleia inconfundível.






Fonte: Jornal “Correio da Manhã”
             Revista “Domingo”

quinta-feira, 27 de outubro de 2016

Macaco-capuchinho




Os cientistas conseguiram finalmente perceber o estranho hábito dos macacos-capuchinho (Cebus appela) de urinarem nas mãos e esfregarem a própria urina por todo o corpo: estão a transmitir às fêmeas a mensagem de que são solteiros e estão disponíveis para acasalarem.






Fonte: Jornal “Correio da Manhã”
             Revista “Domingo”


quarta-feira, 26 de outubro de 2016

Elefante II





Os elefantes são os maiores animais terrestres da atualidade, com a massa entre 4 a 6 toneladas e medindo em média quatro metros de altura, podem levantar até 10.000 kg. As suas características mais distintivas são as presas de marfim.






Fonte: Jornal “Correio da Manhã”
             Revista “Domingo”


terça-feira, 25 de outubro de 2016

Foca-de-crista




Habitam as terras geladas e as águas frias em torno do Polar Ártico, com grades comunidades no Canadá, Alasca, Labrador, Rússia e Gronelândia. São ainda encontradas com alguma frequência nas costas da Islândia. Ocasionalmente, fazem migrações pelo Oceano Atlântico em grupos familiares. São referenciados alguns avistamentos perto das ilhas dos Açores e Madeira, ou ainda nas águas cálidas das Caraíbas.






Fonte: Jornal “Correio da Manhã”
             Revista “Domingo”

segunda-feira, 24 de outubro de 2016

Leopardo-das-neves II





Sabemos que o Leopardo-das-neves é um animal muito solitário que ocupa um grande território. Tanto que a única fêmea encontra-se num vale inteiro. É um felino excessivamente raro e difícil de observar na natureza devida a inacessibilidade do seu habitat. Para alimentar-se, este caça íbex, markhors e gazelas do Tibete. Também caça presas mais pequenas como marmotas ou lebres.







Fonte: Jornal “Correio da Manhã”
             Revista “Domingo”


sexta-feira, 14 de outubro de 2016

Leopardo-das-neves





Durante séculos, o leopardo-das-neves, originário da Ásia Central, tem sido alvo de mistério e folclore. As pessoas dos vilarejos da Ásia Central acreditam que os leopardos-das-neves não comem a carne das suas presas, alimentando-se apenas do seu sangue (esta crendice é explicada pelos pequenos orifícios deixados pelos caninos dos leopardos, quando eles sufocam suas vítimas e pelos exemplos do abandono da presa antes da alimentação, quando os animais são molestados pelos nativos).





Fonte: Jornal “Correio da Manhã”
             Revista “Domingo”