domingo, 9 de outubro de 2011

Peixe-diabo



O peixe-diabo negro é uma espécie de peixe encontrada em todos os oceanos, em profundidades que variam entre 100 e 2 mil metros. É capaz de atrair suas presas com uma falsa isca, uma espécie de saliência luminescente que se agita sobre a cabeça. Há um grande dimorfismo sexual em tais animais, uma vez que as fêmeas chegam a medir 18 centímetros, mas os machos, porém, crescem apenas até três centímetros.




Fonte: Jornal “Correio da Manhã”
             Revista “Domingo”

domingo, 2 de outubro de 2011

Morcego




Em Portugal existem 24 espécies destes mamíferos voadores, que variam muito no tamanho, aparência, comportamento e noutros aspectos da sua biologia. Alimentam-se de insectos, que caçam durante a noite. Algumas espécies capturam insectos voadores, outras conseguem apanhá-los no solo e em rochedos, paredes e plantas ou superfícies de águas calmas. Para poderem capturar estas presas, os morcegos têm um voo extremamente ágil. Ainda que tenham boa visão, durante a noite utilizam principalmente o seu sistema de ecolocação que consiste na localização dos objectos e presas através dos ecos de ultrasons que emitem pela boca e pelo nariz.





Fonte: Jornal “Correio da Manhã”
Revista “Domingo”

domingo, 25 de setembro de 2011

Peixe-palhaço




O peixe-palhaço tem o corpo revestido por um muco que o protege dos espigões venenosos existentes nos tentáculos de grandes anémonas. Isto permite-lhe abrigar-se dos predadores entre os perigosos tentáculos, sem ser atacado e comido pelas anémonas.




Fonte: Jornal “Correio da Manhã”
             Revista “Domingo”

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Jaguar



O jaguar é o maior felino do continente americano. Este animal, também conhecido como onça, ou onça pintada, prefere viver em florestas tropicais, onde se sente camuflado e em segurança. Animal de hábitos solitários, o jaguar gosta de vaguear por longos espaços, procurando sempre um local onde a caça abunde, não se fixando muito a um território.









Fonte: Jornal “Correio da Manhã”
             Revista “Domingo”

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Sapo-cururu




O sapo-cururu ou sapo boi, considerado um gigante entre os anfíbios, pode atingir até 25 centímetros de comprimento. Os mais comuns medem entre 10 a 15 cm. As diferenças entre macho e fêmea são determinadas pela coloração, os machos possuem cor amarela-pardacenta uniforme e as fêmeas cor sépia e pelo comprimento (os machos são menores que as fêmeas).






Fonte: Jornal “Correio da Manhã”
             Revista “Domingo”

sábado, 10 de setembro de 2011

Lebre-árctica


A lebre-árctica (lepus arcticus) habita, geralmente, nas regiões glaciais e possui pelagem diferente de acordo com a época do ano, sendo que no inverno é completamente branca e no verão, é acinzentada. Estes animais não hibernam, mas sobreviver ao perigoso frio depende de uma série de adaptações fisiológicas e comportamentais. A pele grossa, o corpo compacto e as orelhas curtas conservam o calor do corpo. Normalmente cavam abrigos e amontoam-se para compartilhar calor uns com os outros.



Fonte: Jornal “Correio da Manhã”
             Revista “Domingo”

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Cobra voadora do paraíso





Os zoólogos conhecem cinco espécies de cobras que sabem planar mas, Jake Socha, biólogo da Universidade de Chicago, nos EUA, afirma que a Chrysopelea paradisi, a arborícola cobra do paraíso do sul da Ásia, apresenta padrões de "vôo" que são ímpares. O ofídio tem um excelente controle direcional, apesar de sua aparente falta de recursos aerodinâmicos.




Fonte: Jornal “Correio da Manhã”
             Revista “Domingo”