quinta-feira, 13 de dezembro de 2012
domingo, 9 de dezembro de 2012
Lontra marinha II
A pelagem é espessa, brilhante e uniformemente castanha, com
excepção da região do ventre que é mais clara. O corpo alongado, a cabeça
achatada e com olhos pequenos, os membros curtos e a cauda longa, ligeiramente
achatada e afilada na ponta, são características que manifestam a sua perfeita
adaptação à vida aquática. As patas, curtas e vigorosas, com 5 dedos ligados
por uma membrana interdigital bem desenvolvida, permitem-lhe mover-se agilmente
na água. Mergulham e chegam a estar submersas durante algum tempo.Vivem de 6 a 8 anos.
Fonte: Jornal “Correio da Manhã”
domingo, 2 de dezembro de 2012
Carpa Koi
Koi é a palavra japonesa que descreve carpa quer seja
selvagem quer sejam coloridas. Todavia a palavra predilecta no Japão para
definir carpas coloridas é Nishikigoi. Nishiki” significa uma peça de roupa
cara e colorida. Nishikigoi é reconhecido como um símbolo nacional do Japão. Nos países orientais as Carpas Koi e as tatuagens com
desenhos de Carpas Koi são consideradas por costume um sinal de sorte, devido
ao significado japonês da palavra Koi que é um símbolo de amizade e amor. O
nome Koi vem da designação japonesa original Nishikigoi.
Fonte: Jornal “Correio da Manhã”
Revista
“Domingo”
domingo, 25 de novembro de 2012
Illacme plenipes
Além de ser o animal com mais pernas no mundo, o Illacme
plenipes também apresenta características anatômicas surpreendentes, como os
cabelos do corpo que produzem seda, um exoesqueleto translúcido e marcado por
"divisões ondulares", e grandes antenas (comparadas ao comprimento do
animal) que são usadas para locomoção em locais escuros, já que não possui
olhos.
Fonte: Jornal “Correio da Manhã”
Revista
“Domingo”
domingo, 18 de novembro de 2012
Peixe vela
Peixe Vela ou Veleiro, (Istiophorus platypterus -
Indo-Pacífico) e Istiophorus albicans, sailfish do atlantic) são conhecidos
devido à proeminente barbatana dorsal, enorme, como uma vela de alhetas
dorsais. Esta alheta pode ter até duas vezes a altura do corpo dos peixes. É
espécie epipelágica e oceânica, usualmente encontrada nas camadas superficiais
das águas quentes porém com capacidade de descer a águas
profundas. Às vezes migram nas águas próximas à costa. Ocasionalmente formam
pequenos cardumes de 3 a 30 indivíduos, mais para buscar alimento.
Fonte: Jornal “Correio da Manhã”
Revista
“Domingo”
domingo, 11 de novembro de 2012
Anablepidae
Os cientistas descobriram que a parte superior dos olhos do
Anablepidae – que fica fora da água – possui opsinas sensíveis ao verde. Já a
metade inferior é sensível ao amarelo. Todo o olho tem genes sensíveis ao
ultravioleta, violeta e à luz azul. Passam a maior parte do seu tempo na
superfície da água, logo se alimentam de insetos que sobrevoam a área além de
pequenos animais aquáticos. A reprodução é interna e nascem quatro ou cinco
filhotes por vez.
Fonte: Jornal “Correio da Manhã”
Revista
“Domingo”
domingo, 4 de novembro de 2012
Leirão
Com 12-17 cm de comprimento do corpo e da cauda, tem uma
mancha negra no focinho e a cauda com um tufo de pêlos brancos e negros. De
hábitos nocturnos, constrói ninhos em fendas ou buracos nas árvores, ou mesmo
em edifícios humanos. Hiberna num buraco profundo no solo. Alimenta-se de
insectos, aranhas e caracóis, além de frutos e sementes.
Fonte: Jornal “Correio da Manhã”
Revista
“Domingo”
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