terça-feira, 25 de outubro de 2016

Foca-de-crista




Habitam as terras geladas e as águas frias em torno do Polar Ártico, com grades comunidades no Canadá, Alasca, Labrador, Rússia e Gronelândia. São ainda encontradas com alguma frequência nas costas da Islândia. Ocasionalmente, fazem migrações pelo Oceano Atlântico em grupos familiares. São referenciados alguns avistamentos perto das ilhas dos Açores e Madeira, ou ainda nas águas cálidas das Caraíbas.






Fonte: Jornal “Correio da Manhã”
             Revista “Domingo”

segunda-feira, 24 de outubro de 2016

Leopardo-das-neves II





Sabemos que o Leopardo-das-neves é um animal muito solitário que ocupa um grande território. Tanto que a única fêmea encontra-se num vale inteiro. É um felino excessivamente raro e difícil de observar na natureza devida a inacessibilidade do seu habitat. Para alimentar-se, este caça íbex, markhors e gazelas do Tibete. Também caça presas mais pequenas como marmotas ou lebres.







Fonte: Jornal “Correio da Manhã”
             Revista “Domingo”


domingo, 23 de outubro de 2016

Milheirinha





Pequeno e rechonchudo, o chamariz apresenta padrões amarelados na cabeça, que se estende até ao peito, mais visíveis no caso dos machos. Esta é a característica que mais sobressai, juntamente com o dorso e flancos fortemente riscados. As asas são escuras. Os machos são bastante frenéticos quando cantam no topo de árvores, antenas ou postes, ou então efetuando o seu voo nupcial “tipo borboleta”.






  Fonte: Jornal “Correio da Manhã”
             Revista “Domingo”

sábado, 22 de outubro de 2016

Flamingos II





Uma das mais emblemáticas aves selvagens que ocorrem em Portugal, o flamingo pode hoje em dia ser observado com relativa facilidade, mesmo às portas de Lisboa. O “lençol” rosado formado pelos grandes bandos de flamingos que se alimentam num estuário constitui uma imagem única.






Fonte: Jornal “Correio da Manhã”
             Revista “Domingo”

quinta-feira, 20 de outubro de 2016

Aranhas da cidade




As aranhas são referência frequente na arte e mitologia, simbolizando paciência, crueldade e criatividade. A seda e os compostos químicos presentes no veneno das aranhas são considerados como potenciais fontes de matéria prima para aplicações nanotecnologias e outros usos no campo da engenharia dos materiais e para a preparação de medicamentos e biopesticidas. Apesar da elevada prevalência da aracnofobia, apenas a picada de cerca de 30 espécies das mais de 40 000 existentes é                                                                considerada perigosa para os humanos.




Fonte: Jornal “Correio da Manhã”
             Revista “Domingo”

terça-feira, 18 de outubro de 2016

Bagre-Gigante





Bagre e jundiá são designações comuns dadas aos peixes da ordem Siluriformes na maior parte da América do Sul. São conhecidas cerca de 2 200 espécies destes peixes, classificadas em quase 40 famílias. Mais da metade das espécies conhecidas são nativas da América do Sul. A maioria destes peixes tem hábitos de vida noturnos, vivendo próximos ao fundo de águas escuras e pouco profundas. São, na sua maioria, predadores que se alimentam principalmente de outros peixes, artrópodes e vermes.






Fonte: Jornal “Correio da Manhã”
            Revista “Domingo”

sábado, 15 de outubro de 2016

Orca





A orca mais velha do mundo foi avistada recentemente na costa do Canadá. Foi vista com seus filhos, netos e bisnetos e nadou mais de 1300 km em uma semana. Ainda que sua idade exata seja incerta, pode ser estimada pela idade de seus filhos e netos, segundo Michael Harris, diretor da Pacific Whale Watch Association, (Associação para Observação de Baleias do Pacífico). Especialistas também confirmaram que fotografias dos anos 30 mostram a mesma orca, Granny. O projeto Whale and Dolphin Conservation (Conservação de Baleias e Golfinhos) estima que orcas nascidas em cativeiro vivem em média 4,5 anos. Muitas baleias do Sea World não chegam aos 20 anos.





Fonte: Jornal “Correio da Manhã”
             Revista “Domingo”