terça-feira, 8 de novembro de 2016

Bonobos




O bonobo (nome científico: Pan paniscus), também chamado chimpanzé-pigmeu e, menos frequentemente, chimpanzé-anão ou grácil, é uma das duas espécies compreendidas pelo gênero Pan. A outra espécie do gênero é Pan troglodytes, o chimpanzé-comum. Ambas as espécies são chimpanzés, embora esse termo seja usado principalmente para a maior das duas espécies, o P. troglodytes. O bonobo distingue-se pelas pernas relativamente longas, lábios cor-de-rosa e o rosto moreno. O bonobo é encontrado numa área de cerca de 500 000 km² da Bacia do Congo, na República Democrática do Congo, na África central. A espécie é omnívora e habita as florestas primárias e secundárias, incluindo as áreas pantanosas.




Fonte: Jornal “Correio da Manhã”
             Revista “Domingo”

segunda-feira, 7 de novembro de 2016

Diabo espinhoso




O Diabo Espinhoso (Moloch horridus) é a única espécie do género Moloch. É um pequeno réptil existente na Austrália cuja dieta consiste somente em formigas. O Diabo Espinhoso não ultrapassa os 20 cm de comprimento. As fêmeas são maiores que os machos. A sua coloração, que eles próprios controlam, tal como o camaleão, varia entre o amarelo e o castanho-escuro, conforme o tipo de solo e serve-lhe de camuflagem.






Fonte: Jornal “Correio da Manhã”
           Revista “Domingo”

domingo, 6 de novembro de 2016

Leopardo




O leopardo (Panthera pardus) é um grande felino africano. O leopardo é, com o tigre, o leão e a onça-pintada, um dos quatro grandes felinos do gênero Panthera. A espécie possui cerca de 14 subespécies regionais, distribuídas pela África e Ásia. É também conhecido informalmente pela denominação de "onça" em Angola.







Fonte: Jornal “Correio da Manhã”
             Revista “Domingo”

sábado, 5 de novembro de 2016

Fêmeas criam bebés de outras espécies






Por que alguns animais adotam filhotes de outras espécies? A resposta parece se encontrar no instinto maternal, embora não há uma certeza absoluta a esse respeito. Em geral, estes casos se dão em fêmeas, que costumam estar em condições de dar de mamar e que perderam suas crias. Mas, além disso, os especialistas afirmam como possíveis motivos destas adoções, que:
- Amamentar de maneira regular induziria a ovulação. Por esse motivo, as fêmeas se tornariam mais aptas a parir no futuro.
- Os animais procuram uma “experiência maternal” para quando tiverem suas próprias crias.

Entretanto, em alguns casos, também podemos falar de altruísmo ou simplesmente de solidariedade e amor, virtudes que não deveriam ser atribuídas apenas aos humanos.






Fonte: Jornal “Correio da Manhã”
             Revista “Domingo”


sexta-feira, 4 de novembro de 2016

Gnu




O gnu é um animal gregário e costuma ser encontrado em bandos de 20 a 50 indivíduos, geralmente liderados por um velho macho. Existem 2 subespécies ou raças geográficas: o gnu de barba branca que vive no Quênia e Tanzânia; e o gnu de barba preta, que vive no sul da África. São animais migratórios e na época das secas juntam-se em bandos que ultrapassam os 2000 indivíduos.






Fonte: Jornal “Correio da Manhã”
             Revista “Domingo”


quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Lagarto III






Os lagartos pertencem ao grupo de animais chamados répteis e têm o corpo coberto de escamas em lugar de pelos ou de penas. Existem mais de 3 mil espécies, ou tipos, de lagartos. Iguanas, camaleões, lagartixas e os lagartos da família Scincidae são alguns desses tipos.







Fonte: Jornal “Correio da Manhã”
             Revista “Domingo”


quarta-feira, 2 de novembro de 2016

Chimpanzé




O termo chimpanzé aplica-se aos primatas do gênero Pan, da família Hominidae, subfamília Homininae, com duas espécies conhecidas: os chimpanzés-comuns (Pan troglodytes) e bonobos (Pan paniscus). Estudos apontam os chimpanzés como parentes próximos dos seres humanos na evolução; eles se separaram do tronco do ancestral comum por volta de 4 a 7 milhões de anos atrás, e ambas as espécies compartilham 98-99% de DNA. Como o homem, o chimpanzé consegue reconhecer a própria imagem no espelho, (capacidade que poucos animais apresentam). Também são capazes de aprender certos tipos de linguagens, como a dos sinais.






Fonte: Jornal “Correio da Manhã”
             Revista “Domingo”